Barracas, cozinhas improvisadas e saudade de casa: a rotina de famílias atingidas pela cheia no RS
Barracas, cozinhas improvisadas e saudade de casa: a rotina de famílias atingidas pela cheia no RS Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disp…

Imagem da cobertura original • Crédito: fontes citadas abaixo
Em 30 segundos
- 1Barracas, cozinhas improvisadas e saudade de casa: a rotina de famílias atingidas pela cheia no RS Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
- 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
- 3Fonte da materia: G1.
Barracas, cozinhas improvisadas e saudade de casa: a rotina de famílias atingidas pela cheia no RS Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: G1. Categoria informada pela fonte: g1.
Centenas de moradores seguem fora de casa há quase duas semanas por causa da cheia dos rios no Rio Grande do Sul. Globo/ Reprodução Centenas de moradores seguem fora de casa há quase duas semanas por causa da cheia dos rios no Rio Grande do Sul. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Em Uruguaiana, Rosa Maria Minho Viana convive com enchentes desde que nasceu. Para acompanhar o avanço das águas do Rio Uruguai, ela montou uma barraca em frente à própria casa. “A gente prefere aqui porque a gente fica perto das casas, né? Fica melhor pra gente cuidar. A gente trabalha pra construir, então, o pouco que a gente consegue, a gente tem que ficar por perto pra cuidar. O pessoal vinha de barco antes e levava os telhados, que os telhados são mais caros, né?” Na barraca ao lado está Eva Maria Farias, acompanhada da filha e de cinco netos. Uma cozinha improvisada tenta levar um pouco de normalidade à rotina da família. "Eu tava até sem gás, mas eu tinha fogão elétrico, que eu tenho fogareiro elétrico, que eu tava cozinhando de uma boca. Fazia uma comida, esperava e fazia a outra (...) tomar banho, eu vou na minha irmã, que mora ali em cima. Daí, eu vou tomar banho. Aí, o banheiro químico que é aqui, né? Aí, eles vêm todo dia, é bem limpinho, né?” O Rio Uruguai está 1,30 metro acima da cota de inundação em Uruguaiana. Com apenas três meses de idade, as gêmeas Júlia e Maria Antônia estão em um abrigo pela segunda vez. A mãe delas, Rosicler Soares da Silva, lembra que as filhas já haviam enfrentado uma situação semelhante logo após deixarem o hospital. “Elas vieram pequenininhas, mas tivemos bastante apoio pra elas, assim. Quando a gente veio a primeira vez, elas tinham acabado de sair do hospital. Agora tivemos que voltar de novo, né?” Na Fronteira Oeste
Trecho exibido com crédito à fonte original.
Continuar lendo em G1Fontes apuradas 1
Barracas, cozinhas improvisadas e saudade de casa: a rotina de famílias atingidas pela cheia no RS Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: G1. Categoria informada pela fonte: g1.
Rastreabilidade total: cada trecho acima pertence à fonte indicada • como apuramos
Você pode gostar mais em g1 →
g1Caso de menina de 3 anos que morreu após ser atingida por trave de futebol solta é o terceiro do ano do ParanáLer
g1'Fui lá ver minha casa, deu pena', diz moradora que vive em barraca após cheia no RSLer
g1Mulher encontrada desacordada dentro de saco de cal ingeriu material tóxico e sofreu ferimentosLer
g1Obras de R$ 35,9 milhões buscam conter enchentes históricas em Franca; veja o 'raio-x' dos projetosLer
g1Ele transformou a paixão pelo futebol em fábrica de bandeirões que fatura R$ 40 mil por mêsLer
g1Jovem morto pela PM com 27 tiros em Moema já havia sido agredido por policiais em outras abordagens, diz advogadaLer O que você achou desta cobertura?
Participe da conversa com outros leitores na comunidade.