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22 de setembro de 2026 às 17:36 • 1 min de leitura • 1 fonteDF

Falta de leitos na rede pública do DF faz jovem com paralisia cerebral seguir em UTI, 10 dias após alta; família cobra vaga em enfermaria

Falta de leitos na rede pública do DF faz jovem com paralisia cerebral seguir em UTI, 10 dias após alta; família cobra vaga em enfermaria — publicada por G1 DF. Confira a integra n…

Falta de leitos na rede pública do DF faz jovem com paralisia cerebral seguir em UTI, 10 dias após alta; família cobra vaga em enfermaria
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  • 1Falta de leitos na rede pública do DF faz jovem com paralisia cerebral seguir em UTI, 10 dias após alta; família cobra vaga em enfermaria — publicada por G1 DF.
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Falta de leitos na rede pública do DF faz jovem com paralisia cerebral seguir em UTI, 10 dias após alta; família cobra vaga em enfermaria — publicada por G1 DF. Confira a integra na fonte original.

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Texto da cobertura original • por G1 DF

Paciente com paralisia cerebral recebe alta da UTI, mas segue internado no DF Um paciente com paralisia cerebral está internado há mais de uma semana em um leito de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da rede pública do Distrito Federal, mesmo após receber alta do setor. ➡️ Weverton Alan Alves Garcia, de 21 anos, aguarda uma vaga em uma enfermaria para continuar o tratamento. O jovem usa traqueostomia e recebe alimentação por gastrostomia (GTT). No dia 31 de agosto, Weverton foi transferido da Ala Vermelha da UPA de São Sebastião para a UTI do Hospital Regional de Samambaia. Naquele momento, o paciente tinha um quadro de pneumonia complicada por derrame pleural. Segundo o relatório médico, ele evoluiu para choque séptico de origem pulmonar. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 no WhatsApp. Após apresentar melhora, Weverton recebeu alta da UTI. Um relatório médico emitido nesta terça-feira (22) e obtido pelo g1 mostra que a alta ocorreu em 13 de setembro. Sem vagas em enfermaria para recebê-lo, no entanto, a rede pública de saúde mantem Weverton em um leito de UTI desde então. Veja abaixo: Relatório médico mostra que a alta ocorreu em 13 de setembro. Arquivo pessoal No documento desta terça, a médica afirma que o paciente estava em regular estado geral, respirando espontaneamente pela traqueostomia, sem desconforto ou queda de saturação. Ele estava sem febre, em tratamento com o antibiótico. Ao final, o relatório registra: “Segue de alta”. Ao g1, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal confirmou que não há, no momento, vaga de enfermaria de clínica médica disponível para o paciente nem no Hospital Regional do Paranoá nem no Hospital Regional de Samambaia, onde ele está internado. A pasta informou que, caso surja um leito em Samambaia antes da transferência, ele s

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